O Paraguai continua ganhando destaque na indústria global de criptomoedas ao se posicionar como o quarto país com maior participação no hashrate mundial de Bitcoin, concentrando 4,3% da capacidade global de mineração, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, da Rússia e da China. O país ultrapassa os 40 EH/s (exahashes por segundo), liderando também o setor na América Latina graças à sua abundante energia elétrica renovável e de baixo custo, proveniente principalmente de Itaipu e Yacyretá.
O crescimento dessa indústria transformou o país em um destino estratégico para empresas dedicadas à mineração digital, enquanto a ANDE estima arrecadar este ano cerca de US$ 350 milhões pelo consumo energético do setor, um valor superior ao obtido por meio da exportação de energia para países vizinhos.
Paralelamente, o avanço do ecossistema de criptomoedas também impulsionou novas medidas regulatórias. A DNIT emitiu a resolução 47/2026, que estabelece obrigações informativas para operações com criptoativos superiores a US$ 5.000 por ano. A normativa não cria novos impostos, mas obriga pessoas, empresas e plataformas ligadas ao setor a se registrarem e apresentarem declarações informativas ao sistema tributário paraguaio.
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