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Marcas globais apostam no Paraguai e fortalecem o crescimento da maquila nacional

O Paraguai continua se consolidando como um destino estratégico para a indústria internacional.
Marcas reconhecidas mundialmente, como Lacoste, Puma, Hering, Lupo, Good American e Lunelli, já produzem no país sob o regime de maquila, atraídas pela estabilidade econômica, a energia competitiva e as vantagens tributárias.
Atualmente, cerca de 300 empresas operam sob esse regime, gerando um ecossistema industrial cada vez mais diversificado. O sucesso das empresas já instaladas está despertando o interesse de novas firmas internacionais que analisam a possibilidade de investir no Paraguai, fortalecendo seu posicionamento como plataforma de produção dentro do Mercosul.
Os resultados comprovam esse crescimento: em 2025, as exportações maquiladoras atingiram um recorde de US$ 1,309 bilhão, o equivalente a cerca de 70% das exportações industriais do país. Além disso, o setor gera mais de 35.000 empregos diretos e projeta ultrapassar os 40.000 postos de trabalho em 2026.
A Câmara das Empresas Maquiladoras do Paraguai destaca que a combinação de energia abundante, estabilidade macroeconômica e localização estratégica está transformando o Paraguai em um dos pólos industriais mais atraentes da região, embora ainda existam desafios em logística, infraestrutura e formação técnica para sustentar esse crescimento a longo prazo.
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Gigante brasileira transfere produção para o Paraguai e reforça o boom da maquila nacional

O grupo brasileiro Dass, um dos maiores fabricantes de calçados e roupas esportivas da América Latina e produtor para marcas como Adidas, Nike e Fila, transferiu grande parte de sua produção da Argentina para o Paraguai, apostando no regime de maquila e nas vantagens competitivas do país.
A nova operação industrial está em funcionamento desde março sob a aliança Dasstex, em parceria com o grupo Texcin, com um investimento estimado em US$ 400 milhões. A fábrica está localizada em Mariano Roque Alonso, dentro do Parque Industrial Almasol, e atualmente gera cerca de 600 empregos, com foco nas exportações para a Argentina e outros mercados da América do Sul.
A decisão responde principalmente aos menores custos operacionais e benefícios fiscais oferecidos pelo Paraguai, entre eles o imposto de 1% sobre o valor agregado para exportação sob o regime de maquila, além de um regime tributário competitivo. A mudança também ocorre em meio a uma redução das operações da empresa na Argentina.
O governo destaca que esse tipo de investimento fortalece a indústria têxtil nacional, impulsiona a transferência de tecnologia e consolida o Paraguai como um novo polo regional de manufatura e produção esportiva.
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Diretor do MIC se reúne com empresários cordobeses para fortalecer os vínculos empresariais

O ministro Javier Giménez, parte da missão paraguaia em Córdoba liderada pelo presidente Santiago Peña, reuniu-se com empresários de Córdoba para fortalecer as relações comerciais e explorar as oportunidades de investimento entre o Paraguai e a Argentina.
A reunião, organizada pela Agência ProCórdoba, incluiu setores como o de autopeças, maquinário agrícola, turismo e saúde.
A reunião reforça os laços iniciados durante uma recente visita de empresários de Córdoba ao Paraguai, onde foram apresentados incentivos para investimentos estrangeiros no país.
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Paraguai avança na diversificação: crescimento de 6,9% no primero semestre do ano, excluindo agricultura e geração de energia

O Paraguai mostra progresso na diversificação de sua economia, com crescimento de 6,9% no primeiro semestre de 2024, excluindo os setores agrícola e de geração de energia. Embora a agricultura tenha tido uma leve expansão de 1% e a geração de energia tenha caído 8,6% devido a fatores climáticos, outros setores impulsionaram o crescimento, como manufatura, pecuária, serviços e construção. Isso indica uma menor dependência da agricultura e da energia, com a economia paraguaia se diversificando mais em direção à indústria e aos serviços. Apesar do crescimento, o Banco Central mantém a projeção de crescimento anual em 3,8%.

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A lei 60/90 impulsiona investimentos de 229 Usd Milhões e gera 3.678 empregos

A Lei 60/90 impulsionou investimentos de US$ 229 milhões até agosto de 2024, principalmente nos setores de combustíveis, produção e armazenamento de grãos e alimentos, gerando 3.678 novos empregos. Em agosto, foram aprovados 12 projetos no valor de US$ 33 milhões, 21% a mais do que em julho. Noventa e sete por cento dos investimentos estão concentrados no setor secundário, sendo que os investimentos domésticos representam US$ 151 milhões. Noventa e um por cento dos investimentos estão localizados nas regiões Central, Alto Paraná, Paraguari, Capital e Itapúa, enquanto a maioria dos empregos está nos setores de alimentos, plásticos e produtos químicos.

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As exportações das indústrias de maquila ultrapassan USD 610 milhões até o final de julho

O setor de maquila do Paraguai teve um crescimento significativo nos primeiros sete meses de 2024. As exportações aumentaram 6% em comparação com o mesmo período de 2023, atingindo US$ 618 milhões. Os setores de autopeças, vestuário, alimentos e alumínio/plástico dominaram as exportações.

O setor criou 369 novos empregos somente em julho, elevando o total de empregos para 26.909. Os países do Mercosul foram os principais destinos das exportações, com o Brasil liderando o grupo. Notavelmente, o setor de maquila expandiu-se para 14 novos mercados, diversificando o portfólio de exportação do Paraguai.

Apesar do aumento das importações (mais 14%), o setor de maquila gerou uma balança comercial positiva para o país, com as exportações superando as importações em 86%. Esse crescimento é visto como um desenvolvimento positivo para a economia do Paraguai.

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As importações ao abrigo do incentivo às matérias-primas aumentaram quase 70%

Ao final de janeiro, as aquisições no regime de incentivo às matérias-primas superaram em 69% o mesmo período de 2023, no valor de US$ 31 milhões.

Além disso, o Regime de Importação de Matérias-Primas do Ministério da Indústria e Comércio (MIC) recebeu 387 pedidos de importação de 92 indústrias durante o primeiro mês do ano.

Do total das importações, 53,2% vieram da China, seguida pela Índia com uma participação de 20,5%. Da mesma forma, estão os Estados Unidos, com 6%, o Japão com 4,4%, a Espanha com 3,6%, entre outros países em menor volume.

Principais setores

74% das importações de Matérias-Primas concentraram-se nos setores metalúrgico, químico e farmacêutico. Dentre elas, destacam-se a aquisição de produtos de metal, com 17,3%; produtos químicos e farmacêuticos, 5,6%; papel e produtos gráficos, com 2,2%; e fabricação de produtos de tabaco, 2%.

Do total de importações autorizadas, 93% concentram-se nas indústrias localizadas no departamento de Central; com 78%, Alto Paraná; 11% e o presidente Hayes com 4%. Capital e Amambay também aparecem em menor proporção, com 2%.

O relatório do MIC está disponível no seguinte link.

Fonte: www.ip.gov.py

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Presidente indica objetivo de gerar 100 mil empregos no setor maquila

 

O presidente da República, Santiago Peña, destacou o objetivo de seu governo de gerar 100 mil empregos no setor da indústria maquiladora, em seu discurso durante a abertura da sétima edição da Expo Maquila, no Alto Paraná.

“A maquila tem um enorme potencial e somos encorajados a conseguir mais de 100.000 empregos no setor maquila, somos encorajados a sonhar que o Paraguai alcance esse potencial industrial”, disse o presidente em seu discurso.

Peña destacou que o Paraguai é hoje a economia mais estável da América Latina e que nos próximos cinco anos continuará a ter estabilidade económica e política. “Tenho convicção que vamos ter anos de estabilidade política, que é o que o empresário precisa para vir investir”, afirmou.

Afirmou que embora existam vários itens que podem continuar a crescer no setor maquila, o objetivo do seu governo é “gerar uma revolução onde o nosso único objetivo é gerar emprego”.

“Como presidente não estou interessado em arrecadar impostos ou beneficiar uma indústria, como presidente da República estou interessado em gerar emprego na República do Paraguai, porque o emprego é o melhor social que um país pode ter”, disse o presidente. Pena.

Ressaltou que durante os próximos cinco anos não serão propostas alterações tributárias e que dará grande apoio a todas as indústrias que favorecem a geração de empregos no Paraguai.

Por sua vez, a presidente da Câmara de Empresas Maquiladoras do Paraguai, Karina Daher, destacou que o setor gera atualmente 25 mil empregos diretos e um total de 60 mil devido ao efeito de transbordamento.

De todos os empregos, 68% correspondem a mulheres, muitas delas em situação de vulnerabilidade, destacou.

A indústria maquiladora alcançou um recorde de 1.036 milhões de dólares em exportações em 2022 e representa atualmente 10,4% do total das exportações do país.

Fonte: www.ip.gov.py

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Exportações de maquila atingiram US$ 87 milhões no final de fevereiro

 

As exportações da indústria maquiladora chegaram a US$ 87 milhões em fevereiro de 2023, um crescimento de 34% em relação ao ano passado e um valor recorde com o mesmo mês dos anos anteriores.

O Ministério da Indústria e Comércio (MIC) destacou o aumento no último relatório do setor do Conselho Nacional das Indústrias Maquiladoras Exportadoras (Cnime).

Nos dois primeiros meses do ano, as exportações ficaram em US$ 160 milhões, 14% a mais que os US$ 140 milhões de 2022.

O produto mais exportado em janeiro e fevereiro corresponde a “Autopeças”, com 25%. O segundo item com maior peso correspondeu a “Alumínio e seus derivados”, com 20%. Outro item importante nas exportações totais corresponde a “Confecções e têxteis” com 18%; “Produtos alimentícios” e “Plásticos e suas manufaturas”, com 13% e 6%, respectivamente. Esses 5 produtos concentram 82% do total exportado no mês de fevereiro de 2023.

Mercosul o principal destino

Dentre os principais destinos das exportações até o momento em 2023, destaca-se que o Brasil foi o local mais importante, com 63% de participação; enquanto Argentina, Estados Unidos, Chile e Uruguai seguem com 15%, 7%, 5% e 4%, respectivamente. Em relação ao Mercosul, 81% das exportações foram destinadas ao bloco.

Importações e balança comercial

As compras de insumos para transformação industrial no regime de maquila (importações) totalizaram US$ 99 milhões entre os meses de janeiro e fevereiro, 5% a mais que no mesmo período do ano anterior.

Por sua vez, a soma da balança comercial (exportações menos importações) dos meses de janeiro e fevereiro totalizou US$ 62 milhões, 35% a mais que os US$ 46 milhões registrados no total de janeiro e fevereiro de 2022.

Mais de 21.000 empregos

Em relação à mão de obra, o relatório destaca o aumento de 10% da indústria maquiladora, valendo ressaltar que, no Paraguai, existem atualmente 263 indústrias maquiladoras, que geram um total de 21.611 empregos decentes.

O emprego gerado pela indústria maquiladora é altamente inclusivo, pois promove o emprego feminino, o primeiro emprego e o emprego juvenil; e tem proteção social, porque os trabalhadores têm acesso ao sistema previdenciário e de saúde e a novos conhecimentos derivados da produção de bens de alta tecnologia.

Com relação às estimativas para o ano de 2023, em um cenário conservador, as exportações devem crescer 9%, atingindo cerca de US$ 1.126 milhões até o final deste ano.

Fonte: www.ip.gov.py

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O regime de maquila alcançou um recorde de exportação de mais de US$ 1.000 milhões em 2022

 

O Ministério da Indústria e Comércio (MIC) confirmou que em 2022 as mercadorias transformadas em regime de maquila voltaram a atingir um recorde, atingindo exportações totais de USD 1.036 milhões, o que representa um crescimento estimado de 20% face aos USD 865 milhões exportados no ano de 2021.

O relatório do Conselho Nacional das Indústrias Maquiladoras Exportadoras (Cnime) afirma que, de acordo com os dados fornecidos pelo Banco Central do Paraguai (BCP), as previsões de crescimento anunciadas ao longo de 2022, que foram estimadas na época pela realização de níveis recordes de exportação de mercadorias.

O produto mais exportado no ano corresponde a “Autopeças”, que representa 26% do total, e o segundo maior item corresponde a “Produtos Alimentícios”, com 20%. Outro item importante nas exportações totais corresponde a “Confecções e têxteis”, com 16%; “Alumínio e suas manufaturas”, com 13%; Plásticos e suas manufaturas” com 8%. Esses 5 produtos representam 83% do total exportado de janeiro a dezembro.

Mercosul, principal destino

Entre os principais destinos das exportações durante o ano de 2022, o Brasil foi o local mais importante, com 62% de participação; enquanto Argentina, Cingapura e Estados Unidos seguem com 13%, 7% e 6%, respectivamente; Uruguai e Chile conseguiram exportar 3% cada. 78% dos produtos industriais do regime de Maquila são destinados aos países do MERCOSUL.

Importações e balança comercial

As compras de insumos para transformação industrial sob o regime da maquila totalizaram 586 milhões de dólares em 2022 neste ano, conseguindo superar em 4% os 561 milhões de dólares importados ao longo do ano de 2021.

Relativamente à balança comercial (exportações menos importações), no final de 2022 registou um aumento de 48% face a 2021. Nesta circunstância, 2022 fechou com um excedente total de USD 450 milhões, ou seja, USD 146 milhões a mais em relação ao ano de 2021, quando foi alcançado um superávit de US$ 304 milhões.

Nível de emprego

Em relação ao emprego, em 2022 houve um aumento de 12% no emprego na indústria maquiladora. Nesse sentido, no Paraguai existem atualmente 257 indústrias maquiladoras, que empregam um total de 21.578 pessoas.

O emprego gerado pela indústria maquiladora é altamente inclusivo porque promove o emprego feminino, o primeiro emprego e o emprego juvenil. Além disso, tem proteção social, porque os trabalhadores têm acesso ao sistema previdenciário e de saúde e a novos conhecimentos derivados da produção de bens de alta tecnologia.

Perspectivas para 2023

Estima-se que as exportações neste ano de 2023, em um cenário conservador, sob o regime da maquila, aumentem 9%, o que se alcançado totalizaria US$ 1.125 milhões. No que diz respeito ao emprego, estima-se que a contratação de novos trabalhadores continue a crescer e no primeiro trimestre de 2023 poderá atingir um total de 22.304 empregos diretos, tendo em conta que em 2022 foram aprovados dezoito novos programas de investimento, que comprometem o contratação de 726 novos trabalhadores nos primeiros meses deste ano.

Fonte: www.ip.gov.py

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